Semana On

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Controle sobre a informação

O Exército de Israel continua negando que a imprensa registre os fatos (o genocídio) em Gaza. A alegação: faltaria ética e imparcialidade na cobertura. Este tipo de argumento tem sido comum aos dirigentes israelenses. O Professor Emérito de Princeton University, Richard Falk, que foi nomeado pela ONU relator para a situação humanitária nos territórios palestinos, tentou chegar à Cisjordânia, Palestina Ocupada, via Israel, e foi detido por 15 horas após ser expulso pelos israelenses sob o argumento de que seu relatório seria tendencioso. Estes são apenas dois exemplos da visão distorcida que Israel tem sobre a opinião alheia e o papel da imprensa: que não é, certamente, o de lhe servir de porta voz oficial.

3 comentários:

Luciano Alvarenga disse...

Victor, a partir do Nassif cheguei em você e já comecei a divulgar "novas" e muito melhores informações sobre Gaza. Aqui na Região de Rio PReto e derredores farei ecoar as notícias. L.A

Alice Salles disse...

Fizeram uma entrevista com o rapaz do do blog Gaza- the untold story.
http://www.alternet.org/rights/117981/%22everything_you_can_imagine%2C_we_do_not_have%22%3A_a_q%26a_with_gaza-based_journalist_sameh_a._habeeb/

Barone disse...

Olá Luciano, obrigado pela visita. Isso mesmo, espalhe os fatos, pois de mentiras estamos bem servidos.

Alice. Vou ver a entrevista.