Semana On

terça-feira, 14 de junho de 2011

Poema

Vejo nos teus olhos
Coisas assim como sóis

Pássaros voando em tua íris
Eu mesmo
Perdido nestas retinas

Vejo nos teus olhos
A luz do dia que vai

Minha sombra em tuas pupilas
Escondida no teu olhar

Tenho a língua inerte no túmulo de minha boca
Esqueço palavras

3 comentários:

Anónimo disse...

Que lindo....
Ana Ribeiro

Alex Sandro De La Santa disse...

tenho a lingua calada no tumulo da minha boca! Escrevo palavras! Mt bom realmente! adorei. bjos carismaticos

Tânia Gauto disse...

e "coisas assim como sóis" e " minha sombra" quando todos diriam minha imagem "em tuas pupilas"! lindo