Semana On

terça-feira, 27 de abril de 2010

Poesia

Quem dera crer
Que em minha pele
Teu fogo então se instalará
E o verbo passará por minha boca
Semeando teu sabor na minha língua
Ávida

Quem dera crer
Que em meus lábios
Teu olhar então se amansará
E dedos arrancarão minha calma
Suavizando a aridez que em minha alma
Atormenta

4 comentários:

Rafael Belo disse...

praticamente uma aliteração no inícios dos versos, não pela repetição de sons significada, mas pelo significado etimológico: sequência de letras semelhantes...e a construção visual de escada de um verso cair em outro, todos sustentado por um palavra de base... Intenso Barone, abraço, grande;.

ps: como anda aquela sua história fantástica?

Nathalia Almeida disse...

Haa, adorei o blog, espero me inspirar em vc, também pretendo ser jornalista! *.*

Tô seguindo!

BAR DO BARDO disse...

Bom texto, meu caro!

Barone disse...

Valeu pessoal. Nathalia, boa sorte na sua caminhada rumo a prostituição, digo, ao jornalismo.