Semana On

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

O meu Rio de Janeiro continua lindo

Tardezinha monótona... localizei no MSN um velho amigo carioca e, apenas como provocação, perguntei:

Barone said:
e este favelão aí, como está?

E ele respondeu:

Alexandre says:
tá a mesma coisa
o povo fudido, 1 roubando o outro, assim como em todos os cantos do país, mas felizes de montão com a Copa 2014 e as Olimpíadas 2016 como se isso fosse trazer algum benefício paro o cidadão carioca

Alexandre says:
só os políticos farão a festa com bilhões de investimento (pra inglês ver) e vão mamar muito com propinas e comissões escandalosas
aqui é uma festa

Alexandre says:
sempre foi e sempre será

8 comentários:

BAR DO BARDO disse...

ri ri ri

buá

Alê M. disse...

vale lembrar teu amigo que a culpa é dele, e que esse papinho de "tá uma merda mas não tenho nada a ver com isso" não cola.

esse país vai melhorar de fato qdo parar de ser babaca!

Barone disse...

Alê...
você tem razão.
A culpa é de todos nós.
Do meu amigo Alexandre, minha e sua também.

Daniel "Gargula" Braga disse...

Barone, mesmo com a roubalheira, acredito que a dupla Cabral-Paes tem um plano de poder mais inteligente do que os governos anteriores. Estamos saindo de um ranso de Brizolismo que destruiu o Rio de Janeiro e mesmo não tendo votado neles, vejo bons sinais!

Escrevi lá no Mausoléu do Gárgula sobre isto inclusive!

Temos de acompanhar de perto o que está sendo feito pois é nossa obrigação e cobrar o que estiver errado.

Adriana Godoy disse...

Olha, Barone, é preciso ver além , sugiro:http://brasiliaeuvi.wordpress.com/2009/10/02/o-rio-deve-essa-a-lula/. bj

Luiz Felipe Vasques disse...

Atentem para o artigo do dia 2/10

http://www.interney.net/blogs/imprensamarrom/

Barone disse...

Daniel: espero que você tenha azão.

Adriana: tomara que os benefícios para a cidade sejam maiores que a roubalheira que vai rolar.

Felipe: boa dica.

Dan disse...

Barone, excuse-moi, mas a roubalheira existe sim e é constitutiva, mas ela não é originada e nem providenciada no Rio de Janeiro. Roubalheira é território existencial para além do geográfico. Aqui no Rio ela, geralmente, tende a ser diluida pela noção de uma beleza que perpassa pelo mítico. Você mesmo a pontua no título de seu post. Entretanto, conheci Barcelona antes da Olimpíada e, anos depois, percebi a diferença: a mudança de mentalidades. Um evento como a Olimpíada é, no mínimo, algo que se perpetua por sua dimensão desterritorializada e, portanto, promove processos coletivos que ultrapassam limites individualizáveis para fora de seu contexto provinciano.