Nosso novo, velho jornalismo...
Relendo o primeiro volume do “Teorias do Jornalismo”, do Nelson
Traquina, me deparei com duas passagens curiosas sob o ponto de vista do
jornalismo que se pratica hoje no Brasil, especialmente nos grotões
onde os poucos leitores e anunciantes são disputados no tapa por jornais
com tiragem indigente e emissoras de TV e rádio onde a notícia é mera
coadjuvante na programação.
A
primeira passagem é uma reflexão sobre “The image of the Journalists in
France, Germany, and England, 1845-1848”, de Leonor O’Boyle, segundo a
qual a nova classe média inglesa no século 19 formou um público que
queria notícias políticas e econômicas, de modo que foi possível a um
jornal diário atrair leitores e anunciantes suficientes para se
auto-sustentarem, sem qualquer dependência de subsídios políticos.
Na segunda passagem, Traquina cita estudos segundo os quais havia, na
França do século 19, pouca publicidade paga e escasso público leitor.
Como consequência, os jornais franceses não conseguiam se transformar em
negócio lucrativos e auto-suficientes. “Permaneciam dependentes
financeiramente dos vários partidos políticos, e assim altamente
politizados e partidários”, afirma o acadêmico português.
Ora,
substituindo a geografia de ambas as citações pelo Mato Grosso do Sul da
atualidade chego a conclusão de que ainda praticamos um jornalismo ao
etilo do século 19.
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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
domingo, 25 de novembro de 2012
Morte anunciada?
Morte anunciada?
"Eduardo Carvalho foi o terceiro homem de imprensa morto em Mato Grosso do Sul este ano"
Gravíssimo o assassinato do proprietário do jornal UH News, Eduardo Carvalho, na noite do último dia 22, em Campo Grande (MS). Além da violência inerente ao crime, Mato Grosso do Sul fica caracterizado como um dos Estados mais perigosos para o exercício do Jornalismo.
Não cabem agora argumentos sobre que tipo de Jornalismo era praticado por Carvalhinho, se ele tinha ou não DRT, se ele era ou não jornalista de fato. Estamos diante de um crime bárbaro que, em consequência, estimula os donos do poder a imporem a lei do silêncio entre jornalistas e veículos de comunicação.
Eduardo Carvalho foi o terceiro homem de imprensa assassinado em Mato Grosso do Sul neste ano. No dia 14 de fevereiro, o jornalista Paulo Roberto Cardoso Rodrigues, de 51 anos, foi morto com 12 tiros em Ponta Porã. Ele era fundador do site de notícias "Mercosulnews" e editor-chefe do diário "Jornal da Praça". No dia 5 de outubro, Luiz Henrique Georges, empresário e também diretor do Jornal da Praça, foi executado com vários tiros de fuzil em Ponta Porã.
Parafraseando o jornalista Eser Cáceres, “já passou do momento dos jornalistas, sem maniqueísmos de coloração ideológica-partidária, se manifestarem contra a facilidade dos crimes de pistolagem em Mato Grosso do Sul”. Ele tem razão.
Mato Grosso do Sul avança rumo à modernidade a passo de cágado, mas é ainda mais lento na resolução de crimes cujas autorias e motivações circulam a boca miúda nas esquinas, nas mesas de bar e mesmo dentro das redações de nossos periódicos.
Após o assassinato de Eduardo Carvalho, houve quem chegasse ao cúmulo de atribuir a culpa da morte ao próprio morto. Volto a dizer: não acabem aqui elucubrações sobre a qualidade do Jornalismo praticado por ele em seu site de notícias.
Recentemente, um levantamento do Committee to Protect Journalists (CPJ) mostrou que o Brasil é o 11º país do mundo onde os assassinatos de jornalistas mais ficam impunes. De acordo com o CPJ, cinco mortes de jornalistas nos últimos dez anos não resultaram em nenhuma condenação no país.
Duas dessas mortes aconteceram no ano passado: a do dirigente petista e editor Edinaldo Filgueira do jornal "O Serrano", que foi assassinado em Serra do Mel (252 km de Natal-RN). Também não foi solucionada a morte do apresentador de TV e radialista Luciano Leitão Pedrosa, de Pernambuco, morto em abril do ano passado na cidade de Vitória de Santo Antão (47 km de Recife-PE).
As mortes de Eduardo Carvalho, Paulo Roberto Cardoso Rodrigues e Henrique Georges irão emoldurar o próximo levantamento do CPJ?
Calar diante destes crimes é colaborar diretamente para que continuemos sepultando jornalistas. Para fazer parte desta estatística basta incomodar os donos do poder político e econômico. Tarefa do bom Jornalismo, certo?
"Eduardo Carvalho foi o terceiro homem de imprensa morto em Mato Grosso do Sul este ano"
Gravíssimo o assassinato do proprietário do jornal UH News, Eduardo Carvalho, na noite do último dia 22, em Campo Grande (MS). Além da violência inerente ao crime, Mato Grosso do Sul fica caracterizado como um dos Estados mais perigosos para o exercício do Jornalismo.
Não cabem agora argumentos sobre que tipo de Jornalismo era praticado por Carvalhinho, se ele tinha ou não DRT, se ele era ou não jornalista de fato. Estamos diante de um crime bárbaro que, em consequência, estimula os donos do poder a imporem a lei do silêncio entre jornalistas e veículos de comunicação.
Eduardo Carvalho foi o terceiro homem de imprensa assassinado em Mato Grosso do Sul neste ano. No dia 14 de fevereiro, o jornalista Paulo Roberto Cardoso Rodrigues, de 51 anos, foi morto com 12 tiros em Ponta Porã. Ele era fundador do site de notícias "Mercosulnews" e editor-chefe do diário "Jornal da Praça". No dia 5 de outubro, Luiz Henrique Georges, empresário e também diretor do Jornal da Praça, foi executado com vários tiros de fuzil em Ponta Porã.
Parafraseando o jornalista Eser Cáceres, “já passou do momento dos jornalistas, sem maniqueísmos de coloração ideológica-partidária, se manifestarem contra a facilidade dos crimes de pistolagem em Mato Grosso do Sul”. Ele tem razão.
Mato Grosso do Sul avança rumo à modernidade a passo de cágado, mas é ainda mais lento na resolução de crimes cujas autorias e motivações circulam a boca miúda nas esquinas, nas mesas de bar e mesmo dentro das redações de nossos periódicos.
Após o assassinato de Eduardo Carvalho, houve quem chegasse ao cúmulo de atribuir a culpa da morte ao próprio morto. Volto a dizer: não acabem aqui elucubrações sobre a qualidade do Jornalismo praticado por ele em seu site de notícias.
Recentemente, um levantamento do Committee to Protect Journalists (CPJ) mostrou que o Brasil é o 11º país do mundo onde os assassinatos de jornalistas mais ficam impunes. De acordo com o CPJ, cinco mortes de jornalistas nos últimos dez anos não resultaram em nenhuma condenação no país.
Duas dessas mortes aconteceram no ano passado: a do dirigente petista e editor Edinaldo Filgueira do jornal "O Serrano", que foi assassinado em Serra do Mel (252 km de Natal-RN). Também não foi solucionada a morte do apresentador de TV e radialista Luciano Leitão Pedrosa, de Pernambuco, morto em abril do ano passado na cidade de Vitória de Santo Antão (47 km de Recife-PE).
As mortes de Eduardo Carvalho, Paulo Roberto Cardoso Rodrigues e Henrique Georges irão emoldurar o próximo levantamento do CPJ?
Calar diante destes crimes é colaborar diretamente para que continuemos sepultando jornalistas. Para fazer parte desta estatística basta incomodar os donos do poder político e econômico. Tarefa do bom Jornalismo, certo?
Controle social da mídia?
Controle social da mídia?
"Este tipo de instância reguladora é incompatível com a liberdade de expressão"
A Constituição de 1988 deixou vários artigos sem regulamentação, muitos deles na área de comunicações. No Legislativo Federal, essa regulamentação vem sendo empurrada com a barriga durante as últimas décadas, seja por covardia de encarar um tema tão complexo, seja por falta de capacidade de abordá-lo e debate-lo, ou por simples descaso.
Enquanto isso, a sociedade fica a mercê da desinformação. Quando falam em “regulação da mídia”, setores da sociedade têm colocado na mesma panela a necessidade indiscutível de um marco regulatório das comunicações e a funesta ameaça de interferência em conteúdos jornalísticos. Estes temas não são a mesma coisa. Pelo contrário, são muito diferentes.
Não se questiona em debates sérios a necessidade de combater a propriedade cruzada de meios de comunicação. Este combate é necessário e salutar para a democracia.
Nos EUA, por exemplo, uma empresa não pode ser proprietária de uma emissora de rádio ou TV e de um jornal na mesma cidade. Na França, é vedada a propriedade de mais do que duas empresas de TV com 4 milhões de telespectadores, ou de duas emissoras de rádio com audiência potencial acima de 30 milhões de ouvintes, ou ainda de jornais com mais de 20% de participação no mercado.
Estes mecanismos devem ser discutidos pela sociedade e implementados no Brasil. O problema é que, no rastro desta necessidade, mal intencionados têm tentado inserir no debate questões ideológicas como o malfadado “controle social da mídia”.
Esse tipo de instância reguladora é incompatível com a liberdade de expressão. Um conselho ou um órgão fiscalizador nos termos do que tem sido proposto por setores do Governo Federal e do PT implicará em interferência nos conteúdos jornalísticos, o que fere frontalmente o princípio da liberdade de expressão previsto na Constituição. O controle social já existe, nos termos da Constituição e de toda a legislação. Há o direito de resposta e a legislação sobre danos morais. E o Poder Judiciário para julgar questões relacionadas ao direito de resposta e à legislação sobre danos morais.
Um dos pilares da convivência democrática é o de que ninguém tem o direito de determinar aos outros o que é mais ou menos adequado para ser dito, para ser expresso. Numa democracia, todos são absolutamente livres para expressar aquilo que querem, sem nenhuma limitação prévia. Isso não significa impunidade, pois nos casos de mentira ou calúnia, sempre haverá a possibilidade da punição posterior.
Um órgão regulador da mídia pode acarretar em censura porque agirá necessariamente de acordo com o que pensam os seus integrantes, com suas convicções e ideologia. Eles terão o poder de julgar que tal ou qual informação ou opinião é mais ou menos adequada. Para evitar esse dirigismo é que existe a plena liberdade de expressão, sem nenhum controle prévio, mas com eventuais penalidades posteriores.
"Este tipo de instância reguladora é incompatível com a liberdade de expressão"
A Constituição de 1988 deixou vários artigos sem regulamentação, muitos deles na área de comunicações. No Legislativo Federal, essa regulamentação vem sendo empurrada com a barriga durante as últimas décadas, seja por covardia de encarar um tema tão complexo, seja por falta de capacidade de abordá-lo e debate-lo, ou por simples descaso.
Enquanto isso, a sociedade fica a mercê da desinformação. Quando falam em “regulação da mídia”, setores da sociedade têm colocado na mesma panela a necessidade indiscutível de um marco regulatório das comunicações e a funesta ameaça de interferência em conteúdos jornalísticos. Estes temas não são a mesma coisa. Pelo contrário, são muito diferentes.
Não se questiona em debates sérios a necessidade de combater a propriedade cruzada de meios de comunicação. Este combate é necessário e salutar para a democracia.
Nos EUA, por exemplo, uma empresa não pode ser proprietária de uma emissora de rádio ou TV e de um jornal na mesma cidade. Na França, é vedada a propriedade de mais do que duas empresas de TV com 4 milhões de telespectadores, ou de duas emissoras de rádio com audiência potencial acima de 30 milhões de ouvintes, ou ainda de jornais com mais de 20% de participação no mercado.
Estes mecanismos devem ser discutidos pela sociedade e implementados no Brasil. O problema é que, no rastro desta necessidade, mal intencionados têm tentado inserir no debate questões ideológicas como o malfadado “controle social da mídia”.
Esse tipo de instância reguladora é incompatível com a liberdade de expressão. Um conselho ou um órgão fiscalizador nos termos do que tem sido proposto por setores do Governo Federal e do PT implicará em interferência nos conteúdos jornalísticos, o que fere frontalmente o princípio da liberdade de expressão previsto na Constituição. O controle social já existe, nos termos da Constituição e de toda a legislação. Há o direito de resposta e a legislação sobre danos morais. E o Poder Judiciário para julgar questões relacionadas ao direito de resposta e à legislação sobre danos morais.
Um dos pilares da convivência democrática é o de que ninguém tem o direito de determinar aos outros o que é mais ou menos adequado para ser dito, para ser expresso. Numa democracia, todos são absolutamente livres para expressar aquilo que querem, sem nenhuma limitação prévia. Isso não significa impunidade, pois nos casos de mentira ou calúnia, sempre haverá a possibilidade da punição posterior.
Um órgão regulador da mídia pode acarretar em censura porque agirá necessariamente de acordo com o que pensam os seus integrantes, com suas convicções e ideologia. Eles terão o poder de julgar que tal ou qual informação ou opinião é mais ou menos adequada. Para evitar esse dirigismo é que existe a plena liberdade de expressão, sem nenhum controle prévio, mas com eventuais penalidades posteriores.
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Tropeços na net
O candidato do PP a Prefeitura de Campo Grande (MS), Alcides
Bernal, tornou-se um ícone regional na internet. Não tanto pelas suas
qualidades políticas quanto pelo fenômeno gerado por meio da campanha de seu
adversário, o peemedebista Edson Giroto (PMDB), cujos marqueteiros resolveram
comparar o currículo de “feitos” dos dois. Como resultado, uma paródia da
campanha de Giroto virou meme (Não sabe o que é? Pergunte ao Google) no
Facebook transformando o que seria uma estratégia infalível num tremendo tiro pela
culatra com dezenas de peças nas quais se atribui a Giroto desde a construção
das pirâmides do Egito até uma foto ao lado do palhaço Bozo.
Também em Campo Grande, o vereador Marcos Alex (PT) pode
atribuir – ainda que parcialmente - ao mal uso das mídias sociais sua derrota
nas eleições deste ano. Alex deixou de ser eleito por apenas oito votos,
cedendo a vaga a um colega de partido calouro e com desenvoltura eleitoral
muito menor que a sua.
Vice-presidente da Câmara de Vereadores, Alex protagonizou
nas mídias sociais um debate acalorado com a equipe da revista Semana Online
após a reportagem publicada na nossa edição de número 25, na qual mostrávamos o
custo e a produção de cada vereador campo-grandense.
Em certo momento do debate, Marcos Alex deu a entender que
não deveria responder a reportagem pois, segundo a assessoria de imprensa da
Casa, a revista não tinha leitores... Não é preciso dizer que a lambança gerou
dezenas de respostas indignadas de nossos leitores que, é óbvio, se julgam
dignos de serem ouvidos e de terem suas dúvidas sanadas pelos vereadores. Quem
sabe estes oito votos não foram perdidos ali, entre nossos leitores?
Estes dois casos, recentes, mostram o quanto os políticos –
e parte dos assessores que os cercam – estão despreparados para lidar com a
selva da internet. Hoje, uma palavra equivocada, uma postura condenável, pode
ser a diferença entre ser festejado ou execrado, entre ser eleito ou não.
O eleitor, por sua vez, está mais exigente, mais ciente de
seu poder. Não considera um favor ou uma benesse ter uma pergunta respondida
por um político que se arrisca nas mídias sociais. O espaço virtual arrebentou
as “barreiras protocolares” que separavam político e eleitor. É como se
fossemos todos habitantes de uma cidadezinha do interior onde o prefeito
esbarra com o barbeiro na praça, onde o vereador senta-se no banco da praça com
o taxista.
Não há mais espaço para amadorismo na internet. Resta aos
políticos encararem este novo ambiente com seriedade. Aos seus assessores cabe
o dever de estarem preparados para fazer frente a uma guerra diária contra a
omissão. Em um ambiente como este qualquer tropeço pode ser fatal.
Mais uma edição da Semana Online. No destaque, uma reportagem sobre a Aids no Brasil e uma entrevista com o prefeito de Campo Grande (MS) - e pré-candidato ao governo do Estado - Nelson Trad Filho.
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Ainda não conferiu esta edição da Semana Online?
No destaque: o terror do bullying cibernético e uma entrevista com o advogado e ex-juiz eleitoral André Borges.
Confira na SEMANA ONLINE - www.semanaonline.com.br
No destaque: o terror do bullying cibernético e uma entrevista com o advogado e ex-juiz eleitoral André Borges.
Confira na SEMANA ONLINE - www.semanaonline.com.br
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Nesta edição da revista Semana Online, um retrato do trabalhador brasileiro por meio do levantamento do Pnad, uma entrevista com o candidato do PT a Prefeitura de Campo Grande (MS), Vander Loubet, e muito mais. Confira.
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
Na SEMANA ONLINE,
- Uma reportagem sobre os malefícios do tabaco.
- Uma entrevista com o candidato do PSDB a prefeito de Campo Grande (MS), Reinaldo Azambuja
- Uma reportagem sobre os malefícios do tabaco.
- Uma entrevista com o candidato do PSDB a prefeito de Campo Grande (MS), Reinaldo Azambuja
domingo, 19 de agosto de 2012
Nesta edição da revista SEMANA ONLINE, uma reportagem aprofundada sobre a maconha e os mitos que cercam a erva. Confira.
terça-feira, 10 de julho de 2012
Nesta edição da SEMANA ONLINE
- Uma reportagem sobre o cooperativismo no Brasil.
- Uma entrevista com o o procurador geral do MPE-MS, Humberto de Matos Brittes sobre a PEC 37.
- Uma reportagem sobre o cooperativismo no Brasil.
- Uma entrevista com o o procurador geral do MPE-MS, Humberto de Matos Brittes sobre a PEC 37.
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Tempo fechado
Com a definição do início do julgamento dos envolvidos no escândalo do "Mensalão", o país fica na expectativa da punição dos acusados.
Confira na SEMANA ONLINE.
Com a definição do início do julgamento dos envolvidos no escândalo do "Mensalão", o país fica na expectativa da punição dos acusados.
Confira na SEMANA ONLINE.
sexta-feira, 29 de junho de 2012
Nesta edição da SEMANA ONLINE
- Leishmaniuose tem cura. Tudo sobre a doença e como tratá-la.
- Uma entrevista com o diretor geral do campus de Campo Grande do IFMS, Joelson Maschio, que enumerou os desafios e perspectivas do instituto.
- Além de tecnologia, design, moda, cultura, política, comportamento, economia, mundo LGBT e muito mais.
- Leishmaniuose tem cura. Tudo sobre a doença e como tratá-la.
- Uma entrevista com o diretor geral do campus de Campo Grande do IFMS, Joelson Maschio, que enumerou os desafios e perspectivas do instituto.
- Além de tecnologia, design, moda, cultura, política, comportamento, economia, mundo LGBT e muito mais.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Está no ar mais uma edição da revista SEMANA ONLINE.
No destaque, uma reportagem aprofundada sobre a influência das novelas sobre o brasileiro e uma entrevista com o biólogo José Sabino sobre o Código Florestal.
Confira - www.semanaonline.com.br
No destaque, uma reportagem aprofundada sobre a influência das novelas sobre o brasileiro e uma entrevista com o biólogo José Sabino sobre o Código Florestal.
Confira - www.semanaonline.com.br
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Quanto vale um vereador?
Quanto custa um vereador?
Entrevista com o presidente do Sebrae-MS
Mais um artigo da série Especial Cuba
Confira - www.semanaonline.com.br
Entrevista com o presidente do Sebrae-MS
Mais um artigo da série Especial Cuba
Confira - www.semanaonline.com.br
sábado, 19 de maio de 2012
Está no ar a 24ª edição da revista SEMANA ONLINE.
Confira a primeira revista 100% digital do país.
www.semanaonline.com.br
Confira a primeira revista 100% digital do país.
www.semanaonline.com.br
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Nesta edição da SEMANA ONLINE
www.semanaonline.com.br
- O prazer e as dificuldades de envelhecer
- Entrevista com o ufologo Ademar Gevaerd
- Os desafios da Comissão da Verdade
www.semanaonline.com.br
- O prazer e as dificuldades de envelhecer
- Entrevista com o ufologo Ademar Gevaerd
- Os desafios da Comissão da Verdade
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Na edição 23 da revista digital Semana Online, a (in)felicidade no trabalho.
Uma entrevista com o infectologista Rivaldo cunha de Oliveira sobre a recente aprovação, pelo Capes, do mestrado profissional em Saúde da Família da UFMS.
O sexto artigo do Especial Cuba
E muito mais
CLIQUE AQUI E CONFIRA
Uma entrevista com o infectologista Rivaldo cunha de Oliveira sobre a recente aprovação, pelo Capes, do mestrado profissional em Saúde da Família da UFMS.
O sexto artigo do Especial Cuba
E muito mais
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domingo, 29 de abril de 2012
Confira a 21ª edição da revista Semana Online.
- Na reportagem principal, um apanhado sobre as nossas "pequenas corrupções" diárias
- Uma entrevisra com Suely Almôas, diretora da DígithoBrasil, maior empresa do segmento de soluções em software do MS, que disponibiliza o Bônus, um software online de controle financeiro pessoal, premiado pela revista INFO com o título de “Melhor Software de Controle Financeiro, em 2006.
- É possível viver sem papel higiênico e lagostas. E sem liberdade? Confira o quinto artigo da série ESPECIAL CUBA
www.semanaonline.com.br
- Na reportagem principal, um apanhado sobre as nossas "pequenas corrupções" diárias
- Uma entrevisra com Suely Almôas, diretora da DígithoBrasil, maior empresa do segmento de soluções em software do MS, que disponibiliza o Bônus, um software online de controle financeiro pessoal, premiado pela revista INFO com o título de “Melhor Software de Controle Financeiro, em 2006.
- É possível viver sem papel higiênico e lagostas. E sem liberdade? Confira o quinto artigo da série ESPECIAL CUBA
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