Semana On

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Ditadura de esquerda é lindo

Mais um "debate" no Facebook com gente que acha linda a ditadura de Fidel Castro em Cuba.
Tudo por causa de Yoani Sánchez.
Para não perder no timeline, posto o link AQUI.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Poema



Deixa deitar meu cansaço
No teu colo de espinhos
Enxaguar teus lábios
Com o orvalho da minha ira

Deixa o mel das palavras
Azedar na minha língua

Deixa abraçar teu olhar
Como um velho menino
Inundar tua pele
Com a aspereza da minha vida

Deixa escorrer teu sal em mim

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Nosso novo, velho jornalismo

Nosso novo, velho jornalismo...

Relendo o primeiro volume do “Teorias do Jornalismo”, do Nelson Traquina, me deparei com duas passagens curiosas sob o ponto de vista do jornalismo que se pratica hoje no Brasil, especialmente nos grotões onde os poucos leitores e anunciantes são disputados no tapa por jornais com tiragem indigente e emissoras de TV e rádio onde a notícia é mera coadjuvante na programação.

A primeira passagem é uma reflexão sobre “The image of the Journalists in France, Germany, and England, 1845-1848”, de Leonor O’Boyle, segundo a qual a nova classe média inglesa no século 19 formou um público que queria notícias políticas e econômicas, de modo que foi possível a um jornal diário atrair leitores e anunciantes suficientes para se auto-sustentarem, sem qualquer dependência de subsídios políticos.

Na segunda passagem, Traquina cita estudos segundo os quais havia, na França do século 19, pouca publicidade paga e escasso público leitor. Como consequência, os jornais franceses não conseguiam se transformar em negócio lucrativos e auto-suficientes. “Permaneciam dependentes financeiramente dos vários partidos políticos, e assim altamente politizados e partidários”, afirma o acadêmico português.

Ora, substituindo a geografia de ambas as citações pelo Mato Grosso do Sul da atualidade chego a conclusão de que ainda praticamos um jornalismo ao etilo do século 19.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Humanos de índole torta

Humanos de índole torta

"O que fazer com um cidadão que dispara uma arma de fogo no rosto de uma mulher grávida?"

O corpo da secretária Daniela Oliveira, de 25 anos, que morreu após ser baleada durante uma tentativa de assalto, foi enterrado ontem (11) em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo. Daniela, que estava grávida de nove meses, foi atingida por um disparo de arma de fogo no rosto logo após descer de um Ford Fiesta na frente do condomínio em que morava. Ela foi abordada por dois criminosos em uma moto, que atiraram nela e fugiram sem levar nada. 

Seis minutos após a entrada de Daniela no Hospital do Campo Limpo, os médicos decidiram pela realização da cesariana, para salvar o bebê. A criança, chamada Gabriela, nasceu com 2,2 quilos e saudável. A família decidiu doar os órgãos de Daniela.

Assunto encerrado.

Daniela Oliveira em breve sairá dos noticiários, se transformará em apenas uma fração dos índices que medem a violência desenfreada que assola o país. 

Recente relatório sobre o Peso Mundial da Violência Armada aponta que, entre os anos de 2004 e 2007, os doze maiores conflitos armados, provocados por disputas territoriais, guerras civis e movimentos libertários, em diferentes partes do mundo, mataram 169.574 pessoas. No mesmo período, 192.804 pessoas foram assassinadas no Brasil. 

Entre 1992 e 2009, de acordo com o IBGE, a taxa de homicídios no Brasil cresceu 41%, com a média de assassinatos saltando de 19,2 para 27,1 mortes em cada cem mil habitantes. Nos últimos trinta anos, houve aumento de 83,1% na taxa de homicídios no Brasil.

Em 2010 ocorreram quase 50 mil assassinatos no Brasil, ao ritmo de 137 homicídios por dia, número superior ao de “um massacre do Carandiru por dia”, como assevera o pesquisador Julio Jacobo Waisefisz, do Instituto Sangari.

Estes números assustadores têm causas diversas, em especial a desigualdade social, o absurdo desequilíbrio na distribuição de renda, a educação de qualidade indigente oferecida aos jovens, o naufrágio da cidadania diante da cultura de consumo desenfreado entre outras mazelas de cunho social.

Podemos atribuir uma parcela de responsabilidade sobre a escalada da violência a todos estes tristes aspectos da sociedade brasileira. Há um, no entanto, que costuma ficar de fora das análises, dos programas de governo, dos discursos políticos: a maldade.

Nossa cultura de classe média culpada, propensa a paternalismos e ao acalanto do mito do bom selvagem, tende a “passar a mão na cabeça” do criminoso, a exigir direitos humanos para humanos de índole torta, deformada. 

Ao iniciar este artigo, apenas uma questão se colocava em minha mente, insistente... O que fazer com um cidadão que dispara uma arma de fogo contra o rosto de uma mulher grávida?

domingo, 23 de dezembro de 2012

Poema

Como uma tarde indo embora
Me calo
Enrubesço
Me encho de azul

Como uma tarde indo embora
Me visto de nuvens
Amanheço pássaros
Transbordo em lilás

Procuro teus olhos

No céu que desmonta
Na tarde que vai

Marco Maia: o alcoviteiro

Marco Maia: o alcoviteiro
Ao cogitar acoitar deputados condenados presidente da Câmara expõe seu lado totalitário

O presidente da Câmara Federal, deputado Marco Maia (PT-RS), pirou de vez. Em um típico arroubo de quem enxerga no estado democrático de direito apenas uma janela de oportunidade para exercer interesses privados ou político-partidários, afirmou que não descartava a possibilidade de oferecer “abrigo” no prédio da Casa aos parlamentares condenados no mensalão, caso a prisão imediata deles fosse decretada pelo ministro Joaquim Barbosa.

Sim, ele poderia fazer isso, já que o pedido de prisão só poderia ser cumprido no prédio com autorização da Polícia Legislativa.

Marco Maia parece enxergar a coisa pública como esfera particular ao cogitar tamanho absurdo. Pior, em um jogo de palavras obsceno, tentou construir um argumento segundo o qual a possibilidade de a Câmara abrigar criminosos condenados pela mais alta corte de justiça do País seria um ato democrático. "Em regimes totalitários e autoritários, a primeira coisa que se faz é atacar o Parlamento”, disse, distorcendo a questão.

Nos pensamentos estapafúrdios, na mente confusa de integrantes de um setor da esquerda, ainda viceja a teoria de que os mensaleiros condenados foram vítimas de uma grande armação coordenada pela “mídia golpista”, pela CIA e pelo Tio Sam. Vivem em um mundo de ilusão no qual toda e qualquer ignomínia contra o erário público lhes é permitida diante do “bem maior” (suas contas bancárias, certamente), imaginam-se acima do bem e do mal. Não percebem que a aura de "santidade" que os envolvia e que emcobria seus muitos descalabros esmaeceu.

Dos três deputados condenados, apenas João Paulo Cunha deve ir para o regime fechado, já que foi condenado a 9 anos e 4 meses de prisão. Pedro Henry (PP), que foi sentenciado a 7 anos e 2 meses, e Valdemar da Costa Neto (PR-SP), condenado a 7 anos e 10 meses, devem cumprir a pena em regime semiaberto.

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel – uma ilha de lucidez em meio à tormenta obscurantista que tenta tragar o Governo Dilma – pediu a prisão imediata dos três, e dos demais réus condenados no processo do mensalão, entre eles o de José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil e homem forte do primeiro governo Lula.

Enquanto este artigo era escrito, o ministro Joaquim Barbosa optava por negar o pedido de Gurgel. O assunto seria letra morta nesta página. No entanto, a simples cogitação por parte do presidente da Câmara Federal da possibilidade de patrolar a decisão do Supremo Tribunal Federal mostra até que ponto a banda podre da esquerda brasileira é capaz de ir para defender seus próprios interesses.

Não se enganem, estes que maculam a bandeira de um partido construído sobre as esperanças de uma nação, são capazes de incitar os mais humildes e desinformados a demonstrações de força em prol de seus mais sórdidos interesses privados, em apoio a um projeto político que de republicano tem bem pouco, ou quase nada.

Eles não queriam matar... mas mataram



Eles não queriam matar... mas mataram

Enquanto a lei não for draconiana, combinação álcool e direção continuará matando no Brasil

Clarice da Costa, 56 anos, e sua filha, Camila Turolla, 27 anos, aguardavam um táxi na madrugada do último dia 8, em um dos portões de saída do aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, quando se transformaram em estatísticas da guerra do trânsito no Brasil. Foram atropeladas pelo assistente técnico Wagner Gomes Alvarenga, 23 anos, que voltava de uma confraternização no serviço.

Clarice morreu e Camila encontra-se hospitalizada em estado grave. Wagner cotizou R$ 12 mil com a família e foi posto em liberdade.  Ao se preparar para ir para casa, disse à imprensa que não teve intenção de cometer o crime, alegou que teve um "mal súbito" após "beber um pouco", pediu perdão.

Também não teve intenção de cometer crime algum o estudante de Direito Richard Ildvan Gomides Lima, 22 anos, que na madrugada do dia 31 de maio ultrapassou em alta velocidade um sinal vermelho na Avenida Afonso Pena, em Campo Grande (MS), matando na hora o segurança David Del Vale Antunes, 31 anos, que voltava para casa após um dia de trabalho. Assim como Alvarenga, Ildvan já está em casa. Foi posto em liberdade esta semana.

Ildvan se negou a realizar o teste do bafômetro na delegacia, apesar das evidências de estar alcoolizado. Os exames toxicológicos mostraram que Wagner tinha uma concentração de 0,28 miligramas de álcool por litro de ar expelido (mg/l), índice pouco abaixo do limite para imputar a ele uma sanção criminal (0,3 mg/l), mas que ainda o impedia legalmente de dirigir. Ambos aguardarão julgamento e, até lá, suas defesas farão o possível para transformar crimes em fatalidades.

Nenhum deles pretendia cometer crime algum dizem os advogados. Ocorre que as coisas não são assim tão simples. O fato é que quem bebe – seja lá que quantidade for – e dirige assume o risco de colocar em perigo a vida de terceiros. Deveria, a priori, ser encarado pela justiça como um criminoso.

De nada adianta o pedido de perdão feito por Wagner diante das câmeras de TV. Perdão não vai trazer Clarice de volta, não vai amenizar o choque de Camila. Nenhum pedido de perdão feito por gente que mistura álcool e direção pode ser levado a sério. Nenhum argumento hipócrita de advogados vai amenizar a dor da família do segurança David.

O Senado brasileiro perdeu uma oportunidade no último dia 12, ao aprovar a lei complementar que aumenta a multa, além da apreensão da carteira de habilitação, como punição para quem for flagrado dirigindo sob o efeito de álcool. O texto aprovado representa quase nada em comparação ao relatório original do senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES), que estipulava "tolerância zero" para associação entre álcool e direção e detenção mínima de seis meses a três anos.

Enquanto a lei não for draconiana contra os que fazem pouco da vida alheia, Clarices, Camilas e Davids continuarão engrossando as tristes estatísticas e confirmando a nossa irresponsabilidade diante da vida.

sábado, 8 de dezembro de 2012

Ridículos tiranos

Ridículos tiranos
Não se enganem, não há bons moços na política partidária. Ela se transformou em um lodaçal

Não há outro tema nesta semana que mereça mais figurar neste espaço do que a sordidez com que os 21 vereadores da Câmara Municipal de Campo Grande aprovaram, no apagar das luzes, na surdina, o aumento de seus próprios salários em 61,9%.

O presidente da Casa, vereador Paulo Siufi (PMDB) havia garantido aos cidadãos que foram à Câmara protestar contra este reajuste imoral que a votação seria divulgada previamente. Mentiu.

Incrível perceber que apesar de milhares de manifestações indignadas que pulularam pelo Facebook (apenas uma postagem da Semana Online – veja aqui – foi compartilhada quase 1700 vezes), nenhum vereador se dignou a dar uma resposta à população.

Estes, que usam as mídias sociais para fazer proselitismo de suas parcas ações parlamentares e de suas vastas papagaiadas assistencialistas, não se dignaram a escrever uma linha sequer como resposta aos eleitores. São estes os que têm a certeza absoluta de que o eleitor esquecerá este acinte em poucos dias.

Infelizmente eles têm razão. A imensa maioria das pessoas terá esquecido nas próximas semanas tudo o que ocorreu. Restará apenas uma vaga sensação de impotência, um tênue desgosto que se revelará sempre que a palavra política for proferida.

É deste esquecimento, desta inércia, que sobrevivem os políticos profissionais que se apossaram de nossas instâncias políticas. É dela, desta pasmaceira, desta quase tristeza cívica, que eles tiram o sustento para solapar a cada dia a nossa cidadania.

Não se enganem, não há bons moços na política partidária. No Brasil, ela se transformou em um lamaçal no qual chafurdam os imorais de caráter, no qual os bem intencionados desmoronam num piscar de olhos. Esqueçam os bons moços, esqueçam as promessas de oportunidade.

Enquanto a reforma política mofa nas gavetas e se transfigura em arremedos que vão sendo acordados entre os poderosos de modo a que tudo continue como é, vai surgindo um novo campo para a práxis política. Esta nova ágora é digital, anárquica, uma babel.

As redes sociais vão propiciar uma transformação no modo como o cidadão se relacionará com seus representantes. Não, esta revolução ainda não está acontecendo de fato. Estamos arranhando a superfície.

Mas chegará o dia em que a sociedade civil organizada irá aplicar, por meio da rede, ao menos em parte, a democracia direta que alguns trazem na ponta da língua mas que temem aplicar, temerosos por perder suas benesses. É inevitável.

Neste dia, iremos olhar para trás e ficaremos estupefatos com o passado, quando permitiamos que um grupo de cidadãos apontados por nós mesmos para representar-nos nas instâncias políticas se transformassem em ridículos tiranos.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Eles merecem 66% de aumento?

Eles merecem 66% de aumento?

"Na fantasia em que vivem os vereadores, reajuste salarial deve ser decidido sem o aval do eleitor"

No mundo real, os trabalhadores tem todo o direito de reivindicar reajustes salariais. Para isso, organizam-se em sindicatos com o fim de fortalecer suas demandas frente às entidades patronais. Trazendo para o microcosmo das relações interpessoais, um aumento salarial é algo a ser negociado diretamente com o patrão, com base em argumentos vários, em especial a excelência do trabalho de quem pleiteia o aumento.

No mundo de fantasia em que vive o grosso dos vereadores de Campo Grande (MS), reajuste salarial é algo a ser definido de acordo com seu próprio interesse, em reuniões fechadas, sem o aval de quem por direito deveria ser tratado como patrão: o povo. Acontece que a contribuição que a maior parte deste pessoal dá à comunidade é rasteira. Eles não merecem aumento salarial. Recente reportagem da Semana Online mostrou isso claramente (veja aqui).

Entre janeiro de 2011 e maio 2012 a engrenagem que faz funcionar o legislativo municipal consumiu R$ 55.936 milhões. Em média, os vereadores campo-grandenses custam R$ 1.942.857,00 por ano aos cofres públicos, incluindo a ajuda de custo nas férias - de R$ 9.288,00 para cada vereador - por recesso. Seguindo a metodologia do site “Excelências.org”, que mapeia o custo individual por parlamentar, no período citado cada um dos 786.797 campo-grandenses gastou R$ 71,09 para custear o trabalho dos seus vereadores.

Toda vez que um vereador resolve homenagear fulano, dar o nome de uma rua a sicrano ou conceder uma honraria a beltrano, esta ação custa ao bolso do trabalhador campo-grandense uma pequena fortuna que, somada ao custo de manutenção dos nobres vereadores, acaba levantando dúvidas sobre se eles realmente valem o salário que recebem.

De janeiro de 2011 até o início de maio de 2012, os vereadores de Campo Grande fizeram o que de melhor fazem: apresentaram projetos que distribuíram 117 medalhas de mérito advocatício, títulos de visitante ilustre e de cidadão campo-grandense. Cada um destes mimos custou aos cofres públicos R$ 111.872,00.

Isso ocorre, pois, para estes vereadores, a população é mera coadjuvante. Um apêndice, um incômodo a ser tolerado nas parcas audiências públicas; claque a ser explorada nas muitas sessões solenes, homenagens e distribuições de medalhas que, como ninguém, eles sabem organizar e divulgar.

Por isso, quando a sociedade se organiza e levanta sua voz contra absurdos como o aumento salarial de 66% que os vereadores campo-grandenses pretendem votar em dezembro, nossos representantes se sentem acuados, atacam ao invés de ouvirem a voz das ruas.

Foi o que aconteceu no último dia 29, quando integrantes do grupo Movimento Voluntário foram tratados com desdém na Câmara. O movimento - formado por cidadãos indignados com o aumento proposto pelos vereadores a si próprios - representa uma imensa massa silenciosa que refuta este reajuste absurdo que, embora legal, é imoral.

domingo, 25 de novembro de 2012

Últimas leituras, resenhas e dicas literárias

2014
- Os Irmãos Karamázov - Fiódor Dostoiévski

2013
- Ponto de impacto - Dan Brown
- Inferno -  Dan Brown
- Os últimos quartetos de Beethoven e  outros contos - Luis Fernando Veríssimo
- Getúlio: 1930-1945. Do governo provisório  à ditadura do Estado Novo - Lira Neto
- O vento pela fechadura - Stephen King
- O contrário da morte - Roberto Saviano
- Gomorra - Roberto Saviano
- A Ira dos Justos - Manel Loureiro
- Os dias escuros - Manel Loureiro
- A passagem - Justin Cronin
- Dirceu: a Biografia - Otávio Cabral
- Deixa ela entrar - John Ajvide Lindqvist
- Apocalipse Z - Manel Loureiro
- 50 anos a mil - Lobão
- Getúlio: 1882-1930. Dos anos de formação à conquista do poder – Lira Neto
- World War Z - Max Brooks
- O começo do tempo - Zecharia Sitchin
- Marighella: o guerrilheiro que incendiou o mundo - Mário Magalhães
- O ciberespaço como fonte para jornalistas - Elias Machado
- Lincoln - Doris Kearns Goodwin
- A conversação em rede - Raquel Recuero
- O caminho para Woodbury - Robert Kirkman e Jay Bonansinga
- Lendo Lolita em Teerã - Azar Nafisi
- Duma Key - Stephen King
- Diálogos Impossíveis - Luis Fernando Veríssimo
- O segredo da pirâmide - Adelmo Genro Filho
- A identidade cultural na pós-modernidade - Stuart Hall
- Opinião Pública - Walter Lippmann
- A mesa voadora - Luis Fernando Veríssimo
- Livros de sangue V - Clive Barker
- O sol também se levanta - Ernest Hemingway
- Mortos entre vivos - John Ajvide Lindqvist
- Grandes Esperanças - Charles Dickens

2012
- Redes sociais na internet - Raquel Recuero
- Teorias do Jornalismo: porque as notícias são como são - Nelson Traquina
- Livros de sangue IV - Clive Barker
- O rei da montanha - Farah
- A zona morta - Stephen King
- Notícia de um sequestro - Gabriel García Márquez
- Guerra dos Tronos 5: A dança dos dragões - George R.R. Martin
- Os filhos dos dias - Eduardo Galeano
- Deuses Americanos - Neil Gaiman
- A morte da luz - George R.R. Martin
- A auto-estrada - Stephen King
- Nova Antologia do Conto Russo - Organizado por Bruno Barreto Gomide
- Che Guevara: uma biografia - Jon Lee Anderson
- Ao cair da noite - Stephen King
- Jack Kerouac: king of the beats - Barry Miles
- Guia politicamente incorreto da história do Brasil - Leandro Narloch
- Band of Brothers - Stephen E. Ambrose
- Dia D - Antony Beevor
- Animal Tropical - Pedro Juan Gutiérrez
- O Rei de Havana - Pedro Juan Gutiérrez
- Trilogia suja de Havana - Pedro Juan Gutiérrez
- Lancaster & York: The War of the Roses - Alison Weir
- A ascenção do Governador - Robert Kirkman e Jay Bonansinga
- Love - Stephen King
- De Cuba, com Carinho - Yoani Sánchez
- Chatô: o Rei do Brasil - Fernando Morais
- No coração do mar - Nathaniel Philbrick
- O caminho  para o céu - Zecharia Sitchin
- Moby Dick - Herman Melville
- Devoradores de Mortos - Michael  Crichton
- Coisas Frágeis - Neil Gaiman
- O Lobo do Mar - Jack London
- Guerra dos Tronos 4: O Festim dos Corvos - George R.R. Martin
- Almas Mortas - Nikolai Gógol
- O 12º Planeta - Zecharia Sitchin
- O Duplo - Fiódor Dostoievski
- Battle Cry of Freedom: The Civil War Era - James M. McPershon

2011
- Guerra dos Tronos 3: A Tormenta de Espadas - George R.R. Martin
- Guerra dos Tronos 2: A Fúria dos Reis - George R.R. Martin
- Guerra dos Tronos 1: As Crônicas de Gelo e Fogo - George R.R. Martin
- Matadouro 5 - Kurt Vonnegut
- The Last Full Measure - Jeff Shaara
- The Killer Angels - Michael Shaara
- Gods and Generals - Jeff Shaara
- Cidades da Planície - Cormac McCarthy
- A Travessia  - Cormac McCarthy
- Todos os belos cavalos -  Cormac McCarthy
- O emblema vermelho da coragem - Stephen Crane
- O Capote e outras histórias - Nikolai Gógol
- Dänichen em julgamento - Erich Von Dänichen
- De volta às estrelas - Erich Von Däniken
- Eram os deuses astronautas? - Erich Von Däniken
- A Estrada – Cormac McCarthy
- Pobre Nação – Robert Fisk
- História da Palestina moderna – Ilan Pappe
- A menina que roubava livros – Markus Zusak
- O Tradutor – Daoud Hari
- Numa fria – Charles Bukowski
- Crônica de um amor louco – Charles Bukowski