O "Especial Cuba" prossegue nesta edição da revista SEMANA ONLINE. No
segundo artigo da série, falo de Túlio, um
empreendedor nato, "agrilhoado" pela burocracia e pelo medo estatal do
empreendedorismo.
Na SEMANA ONLINE
www.semanaonline.com.br
quarta-feira, 11 de abril de 2012
"Enquanto se forma um padre em sete ou oito anos, existem cursinhos na internet que dizem que em dois ou três meses você pode ser pastor e abrir a sua igreja"
"O feto não é parte do corpo da mulher. É outra pessoa. Não é a Bíblia que me diz sobre a imoralidade do aborto, mas a própria ciência que mostra que a vida começa no momento da concepção."
As frases são ddo Arcebispo da Arquidiocese de Campo Grande, Dom Dimas Lara Barbosa, em entrevista publicada na última edição da SEMANA ONLINE. Confira www.semanaonline.com.br
terça-feira, 3 de abril de 2012
Especial Cuba
Um olhar
crítico e amoroso sobre a Ilha
A partir
desta edição a revista Semana Online iniciará uma série de reportagens focadas
no dia a dia de cubanos comuns, uma gente esmagada por seus próprios sonhos.
Confira AQUI.
sábado, 31 de março de 2012
Saiu do forno mais uma edição da sua Revista Semana Online, com matérias sobre os mais variados assuntos. Nesta edição, você ficará sabendo mais sobre o MMA, a arte marcial que tem conquistado adeptos no mundo todo. Também vai saber mais sobre as propriedades do óleo de coco. Finalmente, vais conferir uma instigante reportagem sobre Cuba.
Tudo isso e muito mais em www.semanaonline.com.br
quinta-feira, 29 de março de 2012
Defendo
os animais... não gosto de seres humanos?
“Não
vi aqui no Facebook nenhum comentário a respeito da mãe que assassinou o filho
preso dentro do carro com os vidros fechados e no sol. Bem diferente da
cadelinha que foi espancada ou atropelada pelo dono na semana passada. Será que
os nossos valores estão mudando?”, perguntou hoje um querido amigo, fotógrafo,
em sua timeline do Facebook.
Manifestações
como estas são muito comuns nas redes sociais e, em consequência, na “vida real”.
Resumindo: o que meu amigo – e muita gente que pensa como ele - quer dizer é
que não é aceitável que uma pessoa se envolva em uma campanha contra os maus
tratos aos animais se esta mesma pessoa não se manifesta contra os abusos
cometidos pelo homem contra seus semelhantes.
É como se houvesse uma obrigação moral em colocar o ser humano como a
coisa mais importante sobre a face da terra. Por si só este pensamento é problemático,
visto que, se tivéssemos que optar, por exemplo, pela natureza ou pelo ser
humano a escolha óbvia seria pela natureza. Afinal, o homem não sobrevive sem
os recursos da natureza, embora a natureza não precise do homem para prosperar.
Mas, a questão não é essa. Longe disso. A questão é: somos obrigados a
nos manifestarmos pelo ser humano toda vez que nos manifestarmos pelos
animais? A resposta é um sonoro não. Não
há obrigação ética ou moral nesta escolha. De fato, esta escolha não existe,
pois uma coisa não exclui a outra.
Para que defender os direitos dos negros se há tantos índios sofrendo? Por
que se manifestar pelos dissidentes cubanos se há tantos pobres no Brasil? Pra
que diabos falar dos palestinos se as baleias estão sendo dizimadas pelos
japoneses? Ora, amigos, estas perguntas não fazem o menor sentido, assim como
não faz sentido condenar os defensores de animais diante do sofrimento humano.
Falácia do Falso Dilema
Sem querer filosofar, esta tendência
de colocar a preocupação para com os animais e a preocupação para com os seres
humanos em uma balança é uma grande armadilha. Trata-se do que, na filosofia,
chama-se de “falácia do falso dilema”. Ele surge quando, no discurso falado ou
escrito, alguém insiste ou insinua que duas opções são mutuamente excludentes.
Trata-se de um recurso muito utilizado no jogo político, quando se tenta
cooptar a população a fazer uma escolha entre A ou B, ainda que A e B não sejam
as únicas opções reais. Na verdade uma coisa não exclui a outra. O fato de
alguém compartilhar mensagens de defesa aos animais não significa que esta
pessoa não se importe com os seres humanos e vice-versa.
Em seu artigo “O
cão, o garoto gay, o político corrupto”, Alexey Dodsworth – de quem
sorrateiramente furtarei alguns pensamentos adiante – explica com maestria esta
questão.
A estrutura do falso dilema, explica Dodsworth, é simples: Ou A ou B. Se não A, logo B. O senso comum aceita esta estrutura com bastante facilidade, embora ela seja totalmente falsa.
A estrutura do falso dilema, explica Dodsworth, é simples: Ou A ou B. Se não A, logo B. O senso comum aceita esta estrutura com bastante facilidade, embora ela seja totalmente falsa.
Vamos a alguns exemplos reais muito simples:
“Os paulistas são palmeirenses ou corintianos. João não é palmeirense.
Logo, João é corintiano”. Errado, pois existem paulistas santistas,
flamenguistas, paulistas que não gostam de futebol e não torcem para time algum
etc.
“Ou mantemos armar nucleares, ou seremos atacados”. Errado, não ter
armas nucleares não implica necessariamente em ser atacado.
“Se defendemos os animais, não nos importamos com os seres humanos”.
Errado, defender os animais não significa não se importar com nossos
semelhantes.
É quase uma lei da natureza: sempre que alguém fala da importância de
cuidar dos animais ou milita em prol dos direitos animais, surge alguém
questionando por que as crianças de rua não são importantes, ou por que os
militantes de direitos animais não se importam com racismo, homofobia,
misoginia, ou (insira aqui a causa de sua preferência).
Ou direitos animais ou direitos humanos. Alessandra escolheu direitos
animais, logo não escolheu os direitos humanos. Totalmente falso. O fato de uma
pessoa se mobilizar para lutar pela causa dos animais não significa que ela não
se importe com os direitos humanos (e vice-versa). Qualquer tentativa de
insistir nisso é maldosa e não tem lógica nenhuma.
O caso do bebê
que morreu de calor ao ser trancado pela mãe dentro do carro causou a
indignação legítima de milhares de pessoas, e do meu amigo fotógrafo. Mas
levou-o a cair na armadilha da falácia do falso dilema. Ele reclama que não
houve a mesma comoção em relação a este caso como em outros casos envolvendo maus
tratos aos animais.
Aqui, é preciso ter alguns cuidados: 1. Será que não houve a mesma
comoção? Como quantificar isto? 2. Ainda que não tenha ocorrido a mesma
comoção, isso não invalida (ou não deveria invalidar) a indignação contra os
maus tratos aos animais.
Em essência, a indignação equivocada de meu amigo poderia ser resumida
da seguinte forma:
“Ao invés de se indignar contra os maus tratos aos animais, vocês
deveriam se indignar contra a morte do bebê.”
ou
“Ao invés de se indignar com os maus tratos aos animais, vocês deveriam
se indignar com o fato de que crianças estão nas ruas, morrendo de fome ou
fazendo trabalho escravo.”
Resumindo: não é verdade que quem se importa com animais abandonados não
liga para injustiças sociais. Insinuações em contrário, ainda que engraçadas e
aparentemente cabíveis, são maldosas e isentas de lógica. O que acontece é
bastante simples de entender: as pessoas, por motivações diversas, são
mobilizadas com mais intensidade por algumas coisas.
Há quem sinta especial mobilização pelos direitos dos animais. Há quem
sinta especial mobilização pela causa gay. Há quem sinta especial mobilização
para lutar contra o machismo, o racismo etc. Uma coisa não exclui a outra, e
não são os outros que devem determinar (sobretudo a partir de argumentos
coercitivos e falsos) as causas pelas quais nos importamos.
quarta-feira, 21 de março de 2012
Últimas Leituras
2012
- No coração do mar - Nathaniel Philbrick
- O caminho para o céu - Zecharia Sitchin
- Moby Dick - Herman Melville
- Devoradores de Mortos - Michael Crichton
- Coisas Frágeis - Neil Gaiman
- O Lobo do Mar - Jack London
- Guerra dos Tronos 4: O Festim dos Corvos - George R.R. Martin
- Almas Mortas - Nikolai Gógol
- O 12º Planeta - Zecharia Sitchin
- O Duplo - Fiódor Dostoievski
- Battle Cry of Freedom: The Civil War Era - James M. McPershon
2011
- Guerra dos Tronos 3: A Tormenta de Espadas - George R.R. Martin
- Guerra dos Tronos 2: A Fúria dos Reis - George R.R. Martin
- Guerra dos Tronos 1: As Crônicas de Gelo e Fogo - George R.R. Martin
- Matadouro 5 - Kurt Vonnegut
- The Last Full Measure - Jeff Shaara
- The Killer Angels - Michael Shaara
- Gods and Generals - Jeff Shaara
- Cidades da Planície - Cormac McCarthy
- A Travessia - Cormac McCarthy
- Todos os belos cavalos - Cormac McCarthy
- O emblema vermelho da coragem - Stephen Crane
- O Capote e outras histórias - Nikolai Gógol
- No coração do mar - Nathaniel Philbrick
- O caminho para o céu - Zecharia Sitchin
- Moby Dick - Herman Melville
- Devoradores de Mortos - Michael Crichton
- Coisas Frágeis - Neil Gaiman
- O Lobo do Mar - Jack London
- Guerra dos Tronos 4: O Festim dos Corvos - George R.R. Martin
- Almas Mortas - Nikolai Gógol
- O 12º Planeta - Zecharia Sitchin
- O Duplo - Fiódor Dostoievski
- Battle Cry of Freedom: The Civil War Era - James M. McPershon
2011
- Guerra dos Tronos 3: A Tormenta de Espadas - George R.R. Martin
- Guerra dos Tronos 2: A Fúria dos Reis - George R.R. Martin
- Guerra dos Tronos 1: As Crônicas de Gelo e Fogo - George R.R. Martin
- Matadouro 5 - Kurt Vonnegut
- The Last Full Measure - Jeff Shaara
- The Killer Angels - Michael Shaara
- Gods and Generals - Jeff Shaara
- Cidades da Planície - Cormac McCarthy
- A Travessia - Cormac McCarthy
- Todos os belos cavalos - Cormac McCarthy
- O emblema vermelho da coragem - Stephen Crane
- O Capote e outras histórias - Nikolai Gógol
- Napoleão: uma biografia política - Steave Englund
- O Messias de Duna - Frank Herbert
- Under the Dome - Stephen King
2010
- Duna - Frank Herbert
- Crime e Castigo - Fiódor Dostoievski
- O concorrente - Stephen King
- Meridiano de sangue - Cormac McCarthy
- Onde os velhos não têm vez - Cormac McCarthy
- Deuses, espaçonaves e terra: Provas de Dänichen - Erich Von Dänichen
- Uma vida - Guy de Maupassant
- O Messias de Duna - Frank Herbert
- Under the Dome - Stephen King
2010
- Duna - Frank Herbert
- Crime e Castigo - Fiódor Dostoievski
- O concorrente - Stephen King
- Meridiano de sangue - Cormac McCarthy
- Onde os velhos não têm vez - Cormac McCarthy
- Deuses, espaçonaves e terra: Provas de Dänichen - Erich Von Dänichen
- Uma vida - Guy de Maupassant
- Dänichen em julgamento - Erich Von Dänichen
- De volta às estrelas - Erich Von Däniken
- Eram os deuses astronautas? - Erich Von Däniken
- A Estrada – Cormac McCarthy
- Pobre Nação – Robert Fisk
- História da Palestina moderna – Ilan Pappe
- A menina que roubava livros – Markus Zusak
- O Tradutor – Daoud Hari
- Numa fria – Charles Bukowski
- Crônica de um amor louco – Charles Bukowski
- A Estrada – Cormac McCarthy
- Pobre Nação – Robert Fisk
- História da Palestina moderna – Ilan Pappe
- A menina que roubava livros – Markus Zusak
- O Tradutor – Daoud Hari
- Numa fria – Charles Bukowski
- Crônica de um amor louco – Charles Bukowski
2009
- O Caçador de Pipas – Khaled Hosseini
- Guerra e Paz – Leon Tolstoi
- Vidas Secas - Graciliano Ramos
- Adeus Robinson e outras peças curtas - Júlio Cortazar
- Leoa ou gazela – Flávia Perez
- As ruínas - Scott Smith
- O Chamado de Cthulhu e outros contos - H.P. Lovecraft
- 1808 - Laurentino Gomes
- Confissões de um assassino econômico - John Perkins
- O mundo sem nós - Alan Weisman
- Vigiar e Punir - Michel Foucault
- O Silmarillion - JRR Tolkien
- A grande guerra pela civilização: a conquista do Oriente Médio - Robert Fisk
- 29 Fragmentos - Alyne Costa
- Drácula - Bram Stoker
- Tarás Bulba - Nikolai Gógol
- O Caçador de Pipas – Khaled Hosseini
- Guerra e Paz – Leon Tolstoi
- Vidas Secas - Graciliano Ramos
- Adeus Robinson e outras peças curtas - Júlio Cortazar
- Leoa ou gazela – Flávia Perez
- As ruínas - Scott Smith
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- O mundo sem nós - Alan Weisman
- Vigiar e Punir - Michel Foucault
- O Silmarillion - JRR Tolkien
- A grande guerra pela civilização: a conquista do Oriente Médio - Robert Fisk
- 29 Fragmentos - Alyne Costa
- Drácula - Bram Stoker
- Tarás Bulba - Nikolai Gógol
sábado, 25 de fevereiro de 2012
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