Semana On

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Na revista Semana Online o leitor participe diretamente do conteúdo. Confira a reportagem: "Internautas rejeitam políticos que não interagem na rede", com a recente enquete no Facebook. Participação direta dos leitores Geraldo Monteiro, Dani de Senabria, Carla Marzagao, Sergio Maidana, Rui Spínolae Marineiva Rodrigues.


segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

2012
- O Duplo - Fiódor Dostoievski
- Battle Cry of Freedom: The Civil War Era - James M. McPershon

2011
- Guerra dos Tronos 3: A Tormenta de Espadas - George R.R. Martin
- Guerra dos Tronos 2: A Fúria dos Reis - George R.R. Martin
- Guerra dos Tronos 1: As Crônicas de Gelo e Fogo - George R.R. Martin
- Matadouro 5 - Kurt Vonnegut
- The Last Full Measure - Jeff Shaara
- The Killer Angels - Michael Shaara
- Gods and Generals - Jeff Shaara
- Cidades da Planície - Cormac McCarthy
- A Travessia  - Cormac McCarthy
- Todos os belos cavalos -  Cormac McCarthy
- O emblema vermelho da coragem - Stephen Crane
- O Capote e outras histórias - Nikolai Gógol
- Napoleão: uma biografia política - Steave Englund
- O Messias de Duna - Frank Herbert
- Under the Dome - Stephen King

2010
- Duna - Frank Herbert
- Crime e Castigo - Fiódor Dostoievski
- O concorrente - Stephen King
- Meridiano de sangue - Cormac McCarthy
- Onde os velhos não têm vez - Cormac McCarthy
- Deuses, espaçonaves e terra: Provas de Dänichen - Erich Von Dänichen
- Uma vida - Guy de Maupassant
- Dänichen em julgamento - Erich Von Dänichen
- De volta às estrelas - Erich Von Däniken
- Eram os deuses astronautas? - Erich Von Däniken
- A Estrada – Cormac McCarthy
- Pobre Nação – Robert Fisk
- História da Palestina moderna – Ilan Pappe
- A menina que roubava livros – Markus Zusak
- O Tradutor – Daoud Hari
- Numa fria – Charles Bukowski
- Crônica de um amor louco – Charles Bukowski

Olá pessoal. A segunda e a terceira edições da revista Semana Online saíram nos últimos dias 17 e 24 de dezembro. Confiram.




quinta-feira, 15 de dezembro de 2011


Olá pessoal,
nos últimos seis meses tenho me dedicado a um projeto profissional que, finalmente, estreou no último sábado, dia 10. Trata-se da revista SEMANA ONLINE, a primeira revista 100% digital do país.

A  SEMANA ONLINE é um semanário (publicada todo sábado na internet), com acesso gratuito e conteúdo focado em comportamento, política, entrevistas, saúde, gastronomia, cultura etc.

Quem quiser conhecer a revista, basta acessá-la AQUI.

Estamos, também, com uma promoção no Facebook. Basta curtir a nossa página na rede social e concorrer a IPODS NANO TOUCH.

Para curtir no Facebook, clique AQUI.

Um abraço.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Matadouro 5 - Kurt Vonnegut

Kurt Vonnegut nasceu em Indianapolis, em 11 de novembro de 1922. Estudou bioquímica e em 1943 se alistou no exército para lutar na Segunda Guerra Mundial. Em maio de 1944, sua mãe, Edith, se suicidou, e em dezembro foi feito prisioneiro na Batalha do Bulge. No dia 13 fevereiro de 1945 sobreviveu ao bombardeio aliado à cidade alemã de Dresden, onde 135 mil homens, mulheres e crianças morreram carbonizados pelas bombas incendiárias lançadas pelas nações que se colocavam como o escudo protetor contra a barbárie nazista.

Morreu em 11 de abril de 2007, semanas após uma queda em sua casa em Manhattan que resultou em graves complicações cerebrais.

Coisas da vida...

Em “Matadouro 5 ou A Cruzada das Crianças”, Vonnegut atribui aos acasos da vida muitas das passagens mais tenebrosas da obra. É como se o ser humano olhasse seus desvios morais, seus momentos de incivilização como um mero espectador e não como protagonista. “Matadouro 5” mescla ficção científica e loucura com uma insanidade muito superior à fantasia: a insanidade real que a guerra nos impõe.

Vonnegut repete So it goes (muito bem traduzido por Cássia Zanon para “coisas da vida”) 103 vezes nas 221 páginas do livro. A expressão é usada para enfatizar a fatalidade da vida, mas também para determinar sua continuidade, seu caminho natural pela narrativa.

O personagem principal, Billy Pilgrim, é um jovem soldado de infantaria que cria um mundo particular para escapar ao trauma da guerra. Neste mundo, somos meros espectadores da história. Pilgrim é um americano bem de vida e interiorano que viaja no tempo, para outros planetas, e revisita diversos momentos da sua própria vida. O resultado desta inusitada história é uma narrativa inigualável, fantasiosa, sarcástica, engraçada, satírica, irônica, triste e cheia de sentido.

“Tudo isso aconteceu, mais ou menos”, diz Vonnegut na primeira frase do livro, misturando realidade e ficção, brincando com a estrutura narrativa e com o tempo. “Escute: Billy soltou-se no tempo”, começa a novela, propriamente dita, levando o leitor por uma estrutura não-linear, atemporal, na qual o autor guia o leitor por uma viagem que pode começar na Europa da Segunda Guerra, passar pelos Estados Unidos da década de 60, e alcançar o planeta Tralfamador, onde Billy é exibido em um zoológico interplanetário.

Lançado em 1969, em pleno caos social promovido pela Guerra do Vietnam, o livro lida com muitas questões que foram vitais para o final dos anos sessenta: guerra, ecologia, superpopulação e consumismo.

A obra foi classificada pelo conselho editorial da Modern Library como um dos 20 melhores romances em língua inglesa do século XX, foi indicado ao Nebula Award e ao Hugo Award (prêmios exclusivos de ficção científica) de melhor romance em 1970, mas foi superado em ambos pelo A Mão Esquerda da Escuridão, de Ursula Le Guin.

Embora seja conhecido como um dos principais romances norte-americanos anti-guerra, nele Vonnegut oferece muito mais do que um libelo pacifista. Trata-se de uma rica e criativa crítica social, inclassificável e atual, da expressão de uma visão de mundo ingênua e desencantada ao mesmo tempo.

O livro foi adaptado ao cinema em 1972, com direção de George Roy Hill.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Europa

Passei 12 dias na Europa. Visitei Berlin, Amsterdam, Bruges e Bielefeld. Foi uma viagem maravilhosa ao lado de minha querida Mara. Pude rever minha irmã, Cláudia, e conhecer meu sobrinho, Luan. Fotos no Facebook.

Fotos em Berlin
Fotos em Amsterdam
Fotos em Bruges
Fotos em Bielefeld 

terça-feira, 14 de junho de 2011

Poema

Vejo nos teus olhos
Coisas assim como sóis

Pássaros voando em tua íris
Eu mesmo
Perdido nestas retinas

Vejo nos teus olhos
A luz do dia que vai

Minha sombra em tuas pupilas
Escondida no teu olhar

Tenho a língua inerte no túmulo de minha boca
Esqueço palavras