Semana On

domingo, 10 de janeiro de 2010

sábado, 9 de janeiro de 2010

Poesia aos sábados

AÇÚCAR-MATÉRIA

já ter acontecido:
à falta de um vício, ser-me proposto um exemplo
de não exemplo,
o projecto de ser uma mulher de açúcar,
e reverberar a personagem no meu rosto.
e nos anti-corpos da pré-exibição
ver um piazzolla, um piazzolla também de açúcar
e uma composição instantânea, o tango
de uma escalada em condição de cristal.

sim, já ter acontecido, já ter acontecido muitas vezes:
sermos feitos de açúcar, porque
assim que a dança começa, piazzolla,
sempre os corpos desabam.

Sylvia Beirute, esta semana, no Poema Dia.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Entre os melhores do OI e do Amálgama

Escrevi bastante em 2009. Alguns artigos e entrevistas foram destacados em ambientes virtuais que freqüento com assiduidade. Tive oito artigos e quatro entrevistas apontados entre os melhores do ano no Observatório da Imprensa e dois artigos entre os mais lidos do blog coletivo Amálgama (cuja equipe passei a integrar no ano passado). Links a seguir.

Artigos e entrevistas entre os melhores do Observatório da Imprensa em 2009

Artigos:
- Verbas oficiais e a mídia alternativa
- Política em 140 caracteres
- Mídia, blogs, cidadãos jornalistas e notícias
- Vantagens e desvantagens de cada possibilidade
- Novos rumos para o ensino do Jornalismo
- Priscila, a Greenpeace e o canudo
- Assessoria de imprensa é uma coisa, jornalismo é outra
- O jornalismo precisa se reinventar

Entrevistas:
- ANDRÉ FISCHER - A mídia e a comunidade gay
- JOSÉ DIRCEU - "É preciso garantir o direito de resposta e de imagem"
- IDELBER AVELAR - As novas mídias e o jornalismo
- EDNEY SOUZA - Mídias sociais e jornalismo

Dois artigos de minha autoria estão entre os 30 posts mais lidos de 2009 do Amálgama.

- 3º As três faces obscuras do regime de Mahmoud Ahmadinejad (também destacado como o quarto post mais comentado do ano no blog)
- 11º Vinte anos depois de Berlim, outros muros ainda nos envergonham

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

O caçador de pipas - Khaled Hosseini

- Não tem problema – retruquei. E virando-me para meu sogro: - Sabe, general, o que acontece é que meu pai dormiu com a mulher do empregado dele. Ela lhe deu um filho chamado Hassan. Hassan está morto. Aquele menino, dormindo ali no sofá, é filho dele. Meu sobrinho. É isso que o senhor vai dizer às pessoas que perguntarem.
Todos ficaram me olhando.
- E tem mais uma coisa, general sahib – prossegui. – Nunca mais se refira a ele como um ‘menino hazara’ na minha frente. Ele tem nome, e esse nome é Sohrab.
” (Pág. 355).

Esta passagem de “O caçador de pipas”, romance de Khaled Hosseini que ganhou versão cinematográfica em 2007, é um bom ponto de partida para abordar a obra do ponto de vista do preconceito. Para quem nunca ouviu falar, hazara é a denominação para um povo de origem mongol que se espalhou especialmente pelo Afeganistão, Paquistão e Irã.

Vítimas de perseguição religiosa (os hazaras são sunitas mergulhados em sociedades majoritariamente xiitas) os hazaras foram, também, estigmatizados por sua origem étnica e considerados “casta inferior” por muitos séculos. Hoje, após as mudanças políticas na região, o garrote afrouxou e os hazaras começam a ocupar espaço político e social.

“O caçador de pipas” traz o assunto à tona. A história tem como pano de fundo uma série de acontecimentos políticos tumultuosos, que começa com a queda da monarquia do Afeganistão decorrente da invasão soviética (24 de dezembro de 1979), embarca na massa de refugiados afegãos que inundaram o Paquistão e os EUA e relembra a implantação do regime fundamentalista pelo Talibã com todos os horrores que se seguiram.

'Pois diga-lhe que ele está redondamente enganado. A guerra não nega a decência. Pelo contrário, exige isso, muito mais que os tempos de paz.'” (Pág. 120)

Em primeiro plano esta a relação entre Baba, seu filho legítimo Amir (que narra a história) e o menino hazara Hassan (filho ilegítimo do velho afegão), que serve de elo condutor para uma narrativa na qual a questão do preconceito pode e deve ser analisada.

Sob este aspecto, “O caçador de pipas” é muito mais que uma análise da paternidade e da amizade tendo como protagonistas dois pequenos amigos, um que enfrentaria o conflito interno de sua omissão e outro que permaneceria fiel e íntegro à amizade. Por isso, ao ler o trecho com que iniciei esta resenha, imediatamente fui remetido a uma situação que vivi recentemente na casa de uma grande amiga. Seu irmão, homossexual, introduziu o companheiro no seio familiar. O pai e a mãe fingem que não sabem o que ocorre à sua volta. Embora tratem o rapaz com carinho, guardam um preconceito velado: um considera o fato do filho ser homossexual um “karma”, a outra age como se o rapaz fosse um “amigo próximo” do filho.

Quis fugir de onde estava, fugir da realidade, subir feito uma nuvem e sair voando por aí afora, me fundir com essa noite úmida de verão e desaparecer bem longe daqui, além das colinas.” (Pág. 340)

Debatemos a situação e, resumindo a ópera, nos colocamos em posições divergentes quanto à situação. Eu – embora estivesse na tranqüilidade de quem analisa a situação de longe – considerei importante que, aos poucos, a relação fosse colocada abertamente para os pais, mesmo que isso levasse a algum tipo de conflito. Minha amiga, no contraponto, defendeu a tese de que o confronto não levaria a nada, que “não convenceria seus pais, já velhos, de algo que consideram errado devido a sua formação”.

‘É duro dizer isso’, acrescentou ele dando de ombros. ‘Mas é melhor uma verdade que dói que uma mentira que conforta.’” (Pág. 63)

Não pude deixar de relembrar esta conversa entre amigos ao ler a obra de Khaled Hosseini, pois é exatamente nesta passividade em relação ao preconceito que repousa parte da trama.

Penso que a passividade, a fuga do contraditório, embora pareça ser uma opção pela tranqüilidade, pelo bom convívio, é, na verdade, uma bomba relógio que um dia explodirá.

Foi há muito tempo, mas descobri que não é verdade o que dizem a respeito do passado, essa história de que podemos enterrá-lo. Porque, de um jeito ou de outro, ele sempre consegue escapar.” (Pág. 09)

“O caçador de pipas” é, também, uma história de lealdade, de sinceridade e bondade ressaltadas pela traição, pela mentira e pela maldade geradas pelo egoísmo, pela tendência que temos em fechar os olhos para situações desconfortáveis com o objetivo de pouparmo-nos, de evitarmos o confronto quando ele, muitas vezes, é a única saída para uma paz verdadeira.

Mas espero que pense bem nisso: um homem que não tem consciência, que não tem bondade, não sofre.” (Pág. 297)

Também permeia a obra o atrito entre o ocidente e o oriente, em especial nos trechos que se referem à vida de Baba e Amir nos EUA. O confronto cultural é gigantesco. Embora o livro se atenha timidamente as impressões dos refugiados afegãos a partir de alguns momentos de seu dia a dia, é palpável o nevoeiro que se interpõe entre estes dois mundos.

Edward Said disse, em “Orientalismo”, que o Ocidente criou uma visão deturpada do Oriente como o “outro”, o antípoda, numa estratégia de diferenciação que perpetua os estereótipos colonialistas. Khaled Hosseini concorda e destaca este estigma, mais especificamente da visão ocidental sobre o mundo árabe como uma massa homogênea ao invés de uma cultura rica e diversificada. “Estamos tratando de mais de um bilhão de pessoas que falam línguas diferentes e de uma região com grande diversidade étnica e cultural. Quando vejo, por exemplo, o Afeganistão retratado nos noticiários e programas de televisão, fico escandalizado com os inúmeros equívocos de interpretação do universo cultural afegão”, afirmou o escritor em 2007, em entrevista à Antonio Gonçalves Filho.

Esta sensação é presente no romance quando o analisamos sob o ponto de vista dos recentes acontecimentos no Oriente Médio. A Cabul retratada por Baba, a capital afegã da infância de Amir e Hassan em nada se parece com o campo de batalha entre forças ocidentais e o Talibã que, em última análise, colocou em confronto dois mundos muito diferentes.

Senti uma onda de tristeza. Estar de volta a Cabul era como ir ao encontro de um velho amigo que tínhamos esquecido, e ver que a vida não tinha sido boa para com ele; que tinha se tornado um indigente, um sem-teto.” (Pág. 248)

No fim das contas, o livro aborda uma questão muito simples e, ao mesmo tempo, complexa ao extremo: como lidar com a sinceridade. O ponto de partida da obra é exatamente esta dificuldade.

E esse é o problema das pessoas que são sinceras: acham que todo mundo também é.” (Pág. 61)

domingo, 3 de janeiro de 2010

Música aos domingos

Stand By Me - Playing For Change - Song Around the World
Ouça no volume máximo!

sábado, 2 de janeiro de 2010

Poesia aos sábados

que venham rosas descer pela chaminé
e outros sinais avancem em direcção ao sonho.
que o mar vagueie terno pela terra,
sem cadáveres,
pernoite nas palavras,
saliente em hélice o hálito do amor.
e uma lua cresça no teu corpo
na serenidade das coisas que te acordam
como uma flor
na verdade que outros sois inventam.

Poesia de Maria Gomes, esta semana, no Poema Dia.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Guerra e Paz - Leon Tolstoi

Não é possível falar sobre a obra prima de Leon Tolstoi, Guerra e Paz, sem abordar a capacidade do autor de construir com profundidade uma miríade de personagens, todos reais, únicos, vivos. Cerca de 500 deles são desfiados nas 1340 páginas que compõem a obra, todo um mundo de desejos, vontades, objetivos, intrigas, conquistas, decepções e emoções que compõem a complexidade humana.

Publicada originalmente em capítulos na revista Mensageiro Russo, entre 1865 e 1869, Guerra e Paz alterna a análise histórica de uma época - tendo como protagonistas Napoleão, o tzar Alexandre I e o general Kutuzov no período da campanha napoleônica contra a Rússia, entre 1805 e 1812 - e o enredo ficcional, cujo fio condutor tem base em três grandes famílias aristocratas: os Rostov, os Bolkonski e os Bezukhov - por sua vez protagonistas de um mundo em plena decadência.

A descrição da aristocracia russa, de seu mundo de fantasia apoiado no trabalho semi-escravo dos camponeses e servos é muito rica. Criados na suntuosidade dos salões de bailes, estes aristocratas viviam em um mundo separado da imensa maioria dos russos. Cercada de luxos, de comendas e oportunidades esta casta de “senhores” se valia das “boas relações” para perpetuar suas vantagens, seu modo de vida. A hipocrisia e a adulação faziam parte do jogo nos salões do século 19, assim como hoje são ferramentas de quem gravita o poder.

A condessa Bezukhov tinha a justa reputação de muito amável. Sabia dizer o que não pensava...” (Pág. 632)

A imensidão da obra torna difícil a missão de pinçar de seu bojo uma única linha de raciocínio, uma moral predominante, uma conclusão definitiva. O que Guerra e Paz oferece ao leitor é uma análise complexa do ser humano, de seus receios e desejos mais íntimos.

Uma passagem comovente é a relação entre o velho príncipe Bolkonski e sua filha, a princesa Maria. Imperativo e autoritário, o príncipe passa toda a narrativa espezinhando a jovem, que, dentro de sua concepção de vida voltada ao sacrifício, deseja apenas o amor do velho. Amor que só lhe é ofertado quando o príncipe se encontra diante da morte, em seus últimos momentos. A passagem é uma leitura interessante das relações doentias que podem se estabelecer no seio familiar e que podem, também, perdurar até que seja tarde demais para reverter os seus efeitos.

Outro exemplo interessante de comportamento humano vem do personagem Pedro Bezukhov (para mim o fio condutor da obra). Introspectivo, sonhador, questionador e, ao mesmo tempo, acomodado, Pedro é um personagem fascinante. Sua busca pela “verdade” é assunto que permeia a narrativa, rendendo momentos muito ricos.

É em Bezukhov que Tolstoi deposita seus questionamentos mais profundos. Vindo, ele próprio, de uma nobre família da aristocracia russa, Tolstoi foi um livre-pensador, e flertou com o anarquismo dando a ele uma leitura particular, baseada no cristianismo, na solidariedade e no amor ao próximo. O questionamento à autoridade é uma das conseqüências destas preocupações filosóficas incutidas no personagem Pedro Bezukhov.

Um pensamento não lhe saía da cabeça: quem era que o condenava a morte? Não eram aqueles primeiros homens que o tinham interrogado: nenhum deles, evidentemente, tinha o poder ou o desejo de fazê-lo. Também não era Davoust, que o olhara com uma expressão tão humana... Era a disciplina e o encadeamento das circunstâncias. Uma ordem qualquer o matava, privava-o da vida, aniquilava-o.” (Pág. 1073)

Para Tolstoi, os Estados, as igrejas, os tribunais e os dogmas eram apenas ferramentas de dominação de uns poucos homens sobre outros. Foi citado pelo escritor anarquista russo Pedro Kropotkin no artigo “Anarquismo” da Enciclopédia Britânica de 1911 e alguns pensadores o consideram como um dos nomes do Anarquismo Cristão. Outra aproximação com o anarquismo se deu em 1862, quando Tolstoi, em viagem pela Europa, visitou o pensador anarquista Proudhon. Este estava a escrever um texto chamado "La guerre et la paix", cujo título Tolstoi propositalmente utilizou em seu maior romance.

O escritor não compactuava com as vertentes anarquistas que defendiam a violência como motor de arranque para mudanças sociais. Não acreditava, também, em guerras e revoluções como solução para quaisquer problemas, mas sim em revoluções morais individuais que levariam às verdadeiras mudanças.

Para atingir esse objetivo é necessário tornar a virtude mais forte; é necessário que o homem honesto receba, ainda neste mundo, a recompensa eterna de suas virtudes. Mas um grande número de instituições políticas atuais dificultam esses grandes desígnios... Que fazer diante de tal estado de coisas? Favorecer as revoluções, derrubar tudo, vencer a força pela força? Não. Estamos muito longe disso. Toda reforma feita pela força merece censura, porque não corrigirá o mal enquanto os homens continuarem como são e porque a sabedoria não carece de violência.” (Pág. 494)

Tolstoi afirmava que suas teses se baseavam na vida simples e próxima à natureza dos camponeses e no evangelho e não nas teorias sociais de seu tempo. É o que confirma o escritor George Woodcock que, em "A História das idéias e movimentos anarquistas", disse que em todos os romances que escreveu quando mais novo, Tolstoi "considera a vida tanto mais verdadeira quanto mais próxima da natureza".

A critica à violência, ao desperdício de vidas humanas nas guerras também permeia a epopéia, aliada a uma leitura ácida do militarismo e da hierarquia, como mostram os três trechos a seguir

Se a finalidade das guerras européias no começo do século XX era a grandeza da Rússia, essa finalidade poderia ter sido alcançada sem as guerras precedentes e sem a invasão. Se a finalidade era a grandeza da França, poderia ter sido alcançada sem a revolução e sem o império. Se a finalidade tivesse sido a expansão das idéias, a imprensa as teria propagado muito melhor que os soldados. Se fosse o progresso da civilização, seria muito fácil descobrir caminhos mais diretos que o da destruição dos homens e das riquezas.” (Pág. 1255)

É o destino imutável de todos os atores ativos que, quanto mais altamente colocados estiverem na hierarquia humana, menos livres serão.” (Pág. 755)

A base da ordem na classe militar é a disciplina – isto é, a ausência de liberdade -, a ociosidade, a ignorância, a crueldade, a devassidão, a embriaguez.” (Pág. 858)

É também Pedro Bezukhov quem faz um interessante questionamento à maçonaria, conforme os trechos que seguem.

Ao entrar para a maçonaria, tivera a sensação de um homem que pisa confiante na superfície lisa de um atoladouro. Posto o pé, ele cede. Para convencer-se inteiramente da solidez do terreno em que se achava, coloca o outro pé e se enterrara ainda mais, e agora, contra sua vontade, caminhava com o lodo até os joelhos”. (Pág. 492)

Era difícil a Pedro só ver irmãos em todos os membros da loja, que encontrara na sociedade, homens, por exemplo, como o príncipe B... e Ivan Vassilievitch D..., que sabia serem homens tíbios e nulos. Debaixo dos aventais e símbolos maçônicos via-lhes os uniformes e condecorações, que eram a meta de seus desejos na vida comum.” (Pág. 492)

Meus irmãos maçons juram pelo próprio sangue que estão prontos a sacrificar tudo pelo próximo, mas não pagam sua quota aos pobres, e fazem intrigas e usam toda a sorte de expedientes a fim de obter o verdadeiro avental escocês em um ato cujo sentido nem mesmo seu redator compreende e que não é necessário a ninguém”. (Pág. 605)

Guerra e Paz é uma obra a ser degustada lentamente, a ser descoberta a cada página. O estofo moral que permeia as relações que ligam as centenas de personagens que compõem esta imensa tapeçaria humana pode ser alvo de inúmeros debates e reflexões pessoais. A mim, a obra tocou em um aspecto particular de minha personalidade o que, tenho certeza, acontece com cada pessoa que resolve aventurar-se por suas páginas.

Sobre Guerra e Paz, Romain Rolland, autor da biografia La Vie de Tolstoi, escreveu: "A maior parte dos leitores franceses, um tanto míopes, vê apenas milhares de detalhes, cuja profusão lhes maravilha e desconcerta. Eles se perdem nessa floresta de vida. É preciso se elevar acima dela e alcançar com o olhar o horizonte livre, o conjunto de bosques e campos: então se perceberá o espírito homérico da obra, a serenidade das leis eternas, o ritmo imponente do sopro do destino, o sentimento de união aos quais todos os detalhes estão ligados, e, dominando a obra, o gênio do artista, como o Deus do Gênese que flutua sobre as águas."

OBS: Apesar das tentativas de destruir a grandiosidade do texto, a editora Ediouro (através do selo Prestígio) não foi bem sucedida em seu intento. Infelizmente não tive sorte com esta edição de Guerra e Paz. A revisão, de péssima qualidade, está recheada de erros. Não posso fazer julgamento quanto à qualidade da tradução (de Gustavo Nonnenberg, com base na versão francesa), mas duvido que seja de primeira, visto o que fizeram na revisão.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Até

Pessoal, devido a algumas intercorrências não atualizarei o blog nas próximas semanas. Que todos tenham um Natal de muita paz e um gostoso ano novo. Um abraço e até 2010.